As rendas e as fitas de cetim dos coxins azuis e rosa fazem-nos lembrar Marie Antoinette. E de facto o Olivier é de perder a cabeça... apetece-nos pecar, soltar a gula e a luxúria e deixar que o deleite nos invada. Percorremos os olhos pela lista e sentimos uma suave excitação e uma enorme indecisão. Passamos das palavras aos actos, quando incapazes de escolher pedimos ao chef Olivier que nos surpreenda. Depois, sabemos que o melhor é descer a Rua do Alecrim... respirar fundo e encarar o Tejo de frente. Afinal... teremos sempre Lisboa! |
|